Para ler com um pouco mais de tempo.
Psicanálise, gênero, relações e vida cotidiana em textos autorais. A proposta não é entregar uma resposta pronta, mas olhar com mais cuidado para perguntas que costumam ser tratadas depressa demais.
Por que repetimos relações que sabemos que nos fazem mal?
Às vezes muda a pessoa, muda o contexto e, ainda assim, alguma coisa da cena continua familiar demais.
Por que entender um problema não significa conseguir mudar?
Há coisas que a gente explica muito bem sobre si e continua vivendo do mesmo jeito.
A culpa das mulheres é apenas individual?
Algumas culpas parecem muito íntimas até a gente perceber quantas expectativas sobre cuidado, disponibilidade e comportamento falam através delas.
Psicanálise e gênero: o que aprendemos a chamar de natural?
Aquilo que parece espontâneo também pode carregar uma história sobre o que aprendemos a ser.
Por que dizer “não” pode produzir tanta culpa?
Há pessoas que sabem perfeitamente o que gostariam de recusar e, ainda assim, sentem que o “não” custa caro demais.
A autoestima virou responsável por coisas demais?
“Trabalhe a sua autoestima” virou uma resposta tão disponível que, às vezes, começa a esconder a pergunta que realmente importa.
O que significa começar uma análise?
Você não precisa saber exatamente o que dizer nem chegar com uma explicação pronta sobre si.
Como funciona o atendimento psicológico online?
O atendimento online pode sustentar um trabalho clínico consistente quando existem privacidade, continuidade e condições adequadas.
Quando ser forte vira uma obrigação
“Você é tão forte” pode ser carinho. Repetido por tempo suficiente, também pode virar uma função da qual é difícil sair.
Desejar e ser desejada não são a mesma experiência
Às vezes a gente aprende cedo demais a perceber se está sendo desejada e tarde demais a perguntar o que deseja.