Psicologia, Psicanálise e pesquisa em gênero | Belém e online

Há coisas que parecem muito pessoais até a gente perceber quantas histórias cabem dentro delas.

Cansaço, culpa, comparação, relações que se repetem, dificuldade de colocar limites, sensação de estar atrasada na própria vida. Na clínica, essas experiências podem ser olhadas com tempo, sem moralismo e sem respostas prontas.

Larissa AlbuquerquePsicóloga, CRP 10/06690DoutorandaPresencial em Belém e online
Sobre o trabalho

A clínica não acontece fora da vida.

A gente chega ao consultório com uma história, mas também com uma família, um trabalho, um corpo, uma época, expectativas de gênero, relações e formas de aprender o que deveria desejar.

Larissa trabalha com orientação psicanalítica. Isso significa que o atendimento não parte de uma fórmula sobre como alguém deveria viver. A escuta se constrói a partir do modo singular como cada pessoa conta o que vive, do que se repete, do que incomoda, do que parece contraditório e do que ainda não encontrou palavras.

O contexto importa, mas não explica tudo. A história pessoal importa, mas também não existe isolada. A clínica pode ser justamente o lugar em que essas camadas começam a aparecer com mais nitidez.

Conhecer Larissa
“Às vezes, a pergunta não é só por que eu faço isso. Também pode ser: o que eu aprendi a sustentar para continuar pertencendo?”
Questões que aparecem na vida real

Nem sempre o sofrimento chega com um nome pronto.

01

Quando dar conta de tudo virou o normal

Cansaço que não passa, culpa ao descansar, sobrecarga, trabalho, cuidado e a sensação de que sempre falta alguma coisa para terminar.

02

Quando a vida dos outros começa a virar régua

Comparação, corpo, carreira, relacionamentos, idade, maternidade e aquela impressão de que todo mundo recebeu um manual menos você.

03

Quando entender já não é suficiente

Você reconhece o padrão, sabe de onde ele pode ter vindo e, mesmo assim, algo continua se repetindo. É aí que a pergunta pode ficar mais interessante.

Clínica e pesquisa

Psicóloga, doutoranda e interessada no que chamamos de “natural”.

Os estudos de Larissa atravessam questões de gênero, subjetividade, cultura e relações. Na clínica, esse repertório não vira uma explicação pronta sobre quem você é.

Ele ajuda a sustentar perguntas melhores. Por que algumas exigências parecem tão naturais? O que muda quando percebemos que certas formas de culpa, cuidado, beleza, sucesso e feminilidade também têm uma história? E o que continua sendo singular, mesmo quando reconhecemos tudo isso?

Sobre a trajetória e a abordagem
Psicanálise

Para escutar o que se repete, o que escapa às explicações rápidas e o modo singular como cada pessoa se relaciona com o próprio desejo.

Gênero

Para não tratar como puramente individual aquilo que também é atravessado por expectativas, normas e desigualdades.

Vida cotidiana

Porque essas questões aparecem no grupo da família, no trabalho, no espelho, no relacionamento, no domingo à noite e no jeito como a gente se cobra.

Atendimento

A primeira conversa pode ser simples.

Você não precisa organizar a história inteira antes de entrar em contato. Para saber sobre disponibilidade, atendimento presencial ou online e outras informações práticas, basta enviar uma mensagem.

Os detalhes do atendimento, incluindo honorários, horários e frequência, são combinados de forma privada.

Quer saber se há horário disponível?

Você pode perguntar apenas o que precisa saber para dar o primeiro passo. Não é necessário contar detalhes íntimos por mensagem.

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